Masturbação X virgindade: como lidar?

Sexo e penetração não são sinônimos! O Tarja Rosa explica mais sobre essa relação e sobre o tabu que muitas meninas virgens têm sobre a masturbação

Ainda hoje, o sexo segue atrelado à penetração – como se os dois fossem sinônimos, mas não são. O prazer pode existir sem a penetração, como No sexo oral e na própria masturbação. Mas, e quando este momento acontece a sós antes mesmo de ter uma parceria?

Esses questionamentos levam muitas meninas à seguinte dúvida: “Sou virgem, posso me masturbar?”. O Tarja Rosa conversou com a ginecologista Thalita Domenich para entender melhor a situação – mas já adiantamos: sim, pode!

A masturbação promove um conhecimento sobre o próprio corpo. Aliás, saber como ele reage ao toque, às sensações e explorar as zonas erógenas te ajuda a saber do que você gosta ou não quando a primeira vez chegar.

Não necessariamente você precisa introduzir algo na vagina para se masturbar. Na realidade, o clitóris proporciona mais prazer para a mulher do que a penetração em si – isso por causa das mais de 8 mil terminações nervosas da região.

E pode romper o hímen?

“Se forem introduzidos objetos ou até o dedo na vagina pode ocorrer a ruptura. Mas, se a masturbação ocorrer apenas no clitóris, não. O que pode acontecer é acabar se machucando e tendo um leve sangramento”, explica Thalita.

O principal é só fazer aquilo que se sente confortável e não se preocupar com o peso que cerca o tema. A ideia de que se masturbar sozinha faz a menina ser menos virgem também é um erro. Ter uma relação sexual significa ter uma troca de prazer com outra pessoa. “O assunto ainda é um tabu, mas a masturbação é muito importante para o autoconhecimento. Aliás, a virgindade também é um tabu, por isso a menina deve se sentir confortável na hora e, claro, entender o que irá acontecer, como os riscos de uma transa sem preservativos”, ressalta a médica.

Sobre possíveis constrangimentos presentes na masturbação, por não ser um assunto tratado abertamente, muitas meninas sentem receio também pela ideia de que o ginecologista irá descobrir a prática durante uma consulta, mas o médico só saberá se você contar. Ah, não esqueça que o preservativo é um item indispensável para quando sua primeira vez chegar!

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